Regulamentação de lei de 2022 prevê parcerias com a INB, que deverá manter ao menos 20% de participação nos consórcios em cinco áreas do país
Com intenção de aumentar sua produção de urânio, o governo brasileiro prepara a regulamentação para permitir que empresas privadas participem da extração de urânio por meio de parcerias com a hoje responsável estatal Indústrias Nucleares do Brasil (INB), o plano é sustentado por uma lei de 2022, que ainda precisa de regulamentação.
A intenção é manter a INB com pelo menos 20% de participação nos consórcios de mineração de urânio, que envolverão cinco áreas em Goiás, Tocantins, Paraíba, Bahia e Paraná. BNDES, ENBPar e INB já trabalham na estruturação das parcerias. Além disso, o governo criou um grupo de trabalho, coordenado pelo MME, para avaliar reservas e recursos de urânio e definir estratégias para ampliar o conhecimento e o potencial de produção. O grupo terá 90 dias para apresentar suas conclusões.
Fonte: Valor Econômico
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