Com 11 milhões de toneladas métricas em reservas e mais de 50 projetos em exploração, país busca avançar em etapas como separação de óxidos, produção de ímãs e fabricação de baterias
Com a segunda maior reserva de terras raras do mundo, estimada em 11 milhões de toneladas métricas, o Brasil tem atraído investimentos externos. Já são mais de 50 projetos dedicados à exploração de minerais críticos, de acordo com a Agência Nacional de Mineração (ANM). A China, que possui a maior reserva global, concentra entre 40% e 49% do total, o equivalente a cerca de 44 milhões de toneladas métricas.
Neste cenário, o desafio brasileiro foge do campo na mineração e se concentra no desenvolvimento de etapas voltadas ao tratamento e processamento da produção, como a concentração de carbonatos, separação de óxidos e fabricação de ímãs de alto desempenho e baterias, apontam especialistas.
Fonte: Valor Econômico
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